Turn fragmented care tasks into one managed follow-through service.
CareLoop is a service-assisted care coordination product for people who need important actions to happen after a health encounter: scheduling, reminders, document collection, handoffs, follow-up messages, and progress checks. It starts as a human-led service with WhatsApp, AI, and lightweight workflows, then learns which repeated tasks, customer segments, and outcomes justify productization.
Family Caregiver Ana, 38 - Ana coordinates care for her father who sees multiple specialists. She is overloaded by reminders, tests, referrals, and message chains across family and clinics.
Clinic Coordinator Bruno, 32 - Bruno works in a small specialty clinic and spends time chasing patients for documents, confirmations, and follow-up attendance. He needs fewer no-shows and less manual back-and-forth.
Self-Managing Patient Luiza, 55 - Luiza has a chronic condition and sees multiple providers. She wants to stay on top of care without feeling like she is managing a part-time job.
Ana keeps missing follow-up steps after her father’s specialist visits. She receives instructions by message, paper, and memory, but no one owns the coordination between appointments. The result is anxiety, delays, and repeated calls to the clinic.
With CareLoop, Ana opens a case in WhatsApp, answers a few questions, and gets a clear next-step plan within minutes. The service reminds the right person, tracks missing documents, and escalates only when something is blocked. Ana buys less chaos, the clinic gets fewer avoidable follow-ups, and the team learns which workflows are repeatable enough to standardize.
Team & resourcing - Solo founder with 1 full-stack engineer contractor, part-time ops support, and optionally a fractional designer
Paste this into Cursor, Bolt, Lovable, or v0 to start building.
Build a mobile-first service-assisted healthcare follow-through app called CareLoop. Goal: help a solo founder run a concierge care coordination service that manages the work between healthcare interactions: reminders, follow-ups, appointment prep, document collection, handoffs, status tracking, and escalation. This is not a medical advice app. The system must separate operational coordination from clinical decision-making and require human review for anything clinically sensitive. Core users: 1. Family caregiver 2. Patient 3. Clinic coordinator / operator Primary workflows: 1. Intake a new case from WhatsApp or web form 2. Capture patient, caregiver, clinic, interaction type, deadlines, desired outcome, consent, and roles 3. Generate a task plan with owners, due dates, dependencies, and escalation rules 4. Send reminders and status updates through WhatsApp and email 5. Track case timeline, task status, messages, payment, and outcome 6. Close the case with outcome confirmation, notes, and referral prompt Build screens: 1. Public landing page with one clear offer and CTA to start on WhatsApp 2. Intake form with validation and consent capture 3. Operator dashboard with case list, filters, and SLA warnings 4. Case detail page with timeline, tasks, messages, documents, status, and escalation controls 5. Simple analytics page for conversion, delivery effort, outcomes, and repeat usage Data model: User, Case, Participant, Consent, Task, Message, Document, Payment, Outcome, Escalation, Template, AuditLog Requirements: Use Next.js, TypeScript, Tailwind, PostgreSQL, and Prisma. Use Twilio WhatsApp API for messaging, Stripe for payments, and OpenAI API for summarization and task extraction with a human approval step. Add a queue for scheduled reminders and retries. Include authentication for operators, role-based access, audit logs, and soft delete for sensitive records. Make the UI clean, calm, mobile-first, and accessible. Important behaviors: If required intake data is missing, block case creation and ask for the missing field. If a task is overdue or blocked, escalate to a human operator. If a message or action could be clinical advice, route it to manual review. Store minimal necessary health-related data, encrypt sensitive fields, and keep a full audit trail. Deliver an MVP that is production-shaped but simple: easy to run, easy to extend, and focused on manual service delivery first. Include seed data, sample templates for common follow-up workflows, and a README with setup instructions.
Quero explorar, validar e construir progressivamente uma oportunidade de negócio na área de saúde, começando como um serviço assistido por tecnologia e IA, com potencial de se transformar posteriormente em software e, se houver evidência suficiente, em uma infraestrutura mais ampla. Meu objetivo nesta fase não é construir uma plataforma nem validar uma solução pré-concebida. É descobrir um problema economicamente relevante, identificar quem realmente o possui, entender o resultado que essas pessoas desejam alcançar e construir, desde o início, um motor de aprendizado comercial e de produto que possa se tornar progressivamente mais previsível. Sou um founder solo e quero operar de maneira bootstrapped. Portanto, cada ciclo deve buscar simultaneamente: aprender → vender → entregar → medir → melhorar → vender novamente. Não quero separar artificialmente “Discovery”, “Sales”, “Product” e “Growth” em fases isoladas. 1. Começar pelo problema, não pela solução A hipótese inicial é que existe um trabalho importante de continuidade que acontece entre uma interação de saúde e outra — depois de uma consulta, exame, procedimento, encaminhamento ou recomendação — e que parte desse trabalho pode ficar sem um dono claro, recaindo sobre pacientes, familiares ou profissionais. Não assuma que essa hipótese é verdadeira. Quero investigá-la através de jornadas reais. Descobrir: * O que acontece depois que uma interação de saúde termina? * O que precisa acontecer para que o cuidado continue? * Quem faz esse trabalho hoje? * Quem lembra? * Quem agenda? * Quem acompanha? * Quem comunica? * Quem cobra? * Quem percebe quando algo não acontece? * Quem assume a responsabilidade quando a jornada quebra? Quero descobrir se existe um trabalho relevante, recorrente e mal resolvido nesse espaço. 2. Descobrir o ICP a partir do comportamento Não assumir antecipadamente que o ICP é: * famílias; * pacientes complexos; * idosos; * pessoas com doenças crônicas; * pacientes multidisciplinares; * classe média/alta; * especialistas; * clínicas. Esses são segmentos possíveis, não conclusões. Para cada jornada investigada, identificar: Quem sente → quem faz → quem decide → quem paga → quem se beneficia. Procurar especialmente situações em que exista uma combinação de: * frequência; * consequência relevante; * esforço; * frustração; * risco; * custo financeiro; * dependência de outras pessoas; * dificuldade de coordenação; * ausência de uma solução satisfatória. O objetivo é encontrar o segmento em que a dor e a disposição para agir sejam maiores. 3. Descobrir o “Oz” Antes de definir o produto, descobrir qual é o resultado que o cliente realmente deseja alcançar — seu “Oz”. Não assumir que esse resultado seja: “coordenação”, “longevidade”, “prevenção”, “tranquilidade”, “autonomia” ou “organização”. Investigar: * O que a pessoa está tentando conseguir? * O que ela gostaria que simplesmente deixasse de ser um problema? * O que ela já tentou? * Por que não funcionou? * Que trabalho ela gostaria de deixar de carregar? * O que mudaria concretamente em sua vida? * Quanto esse resultado vale? O produto deve ser construído em torno do resultado comprado, não da tecnologia utilizada para produzi-lo. 4. Mapear o trabalho invisível Quero observar o trabalho que atualmente não aparece como “produto”, mas precisa acontecer para que o resultado seja alcançado. Mapear: * tarefas; * informações; * decisões; * documentos; * comunicações; * agendamentos; * lembretes; * dependências; * exceções; * handoffs; * atrasos; * retrabalho; * responsabilidades; * pontos de abandono. Não assumir que esse trabalho necessariamente pertence ao meu futuro produto. O objetivo é descobrir qual trabalho vale a pena assumir. 5. Descobrir o que pode ser delegado Investigar a relação entre delegação, controle, visibilidade, confiança e responsabilidade. Perguntar: * O que a pessoa gostaria de delegar? * O que ela não delegaria? * O que precisa continuar sob seu controle? * O que precisa ser comunicado a ela? * O que pode ser resolvido sem sua intervenção? * Quando ela exige uma pessoa? * Quando aceitaria automação? Considerar também possíveis conflitos entre: paciente ↔ familiar ↔ cuidador ↔ especialista ↔ clínica. Não assumir que esses atores possuem os mesmos incentivos. 6. Tratar a venda como parte do Discovery Não separar Discovery de Sales. Cada conversa comercial deve simultaneamente produzir: receita + aprendizado sobre o problema + aprendizado sobre o mercado. Quero testar progressivamente: atenção → conversa → interesse → compromisso → pagamento → resultado → continuidade → indicação. Não considerar como validação suficiente: * elogios; * curtidas; * respostas positivas; * cadastro; * “eu usaria”; * “isso é muito necessário”. Dar maior peso a comportamentos que envolvam tempo, esforço, acesso, indicação ou dinheiro. 7. Começar construindo a máquina comercial Quero começar a construir, desde o Discovery, os componentes de uma futura máquina previsível de aquisição e vendas. Em cada ciclo, investigar: ICP → mensagem → canal → conversa → oferta → venda → onboarding → entrega → prova → indicação. Para cada etapa, registrar: * qual hipótese está sendo testada; * qual experimento foi executado; * quantas pessoas foram expostas; * quantas responderam; * quais objeções apareceram; * quantas avançaram; * quantas pagaram; * por que compraram; * por que não compraram; * qual resultado obtiveram; * quais clientes indicaram outras pessoas. O objetivo inicial não é escalar aquisição. É descobrir quais componentes de uma máquina comercial são repetíveis. 8. Não fazer Growth antes de existir algo para amplificar Não recomendar escala prematuramente. Primeiro buscar evidência de uma combinação repetível de: ICP + problema + Oz + oferta + canal + conversão + entrega + continuidade. Somente depois aumentar investimento em aquisição, automação ou mídia. Growth, nesta fase, significa principalmente: aumentar a velocidade de aprendizado e encontrar padrões de repetição. 9. Começar como Service-as-Software Se houver evidência de demanda, começar com um serviço assistido. Utilizar: * operação humana; * WhatsApp; * ferramentas existentes; * automações simples; * IA; * documentos; * workflows manuais. Não construir software para substituir um workflow que ainda não compreendemos. Primeiro descobrir: o que funciona manualmente → o que se repete → o que pode ser padronizado → o que pode ser automatizado → o que merece virar software. 10. Proven → Better → New Aplicar deliberadamente: PROVEN Começar com comportamentos, canais, ferramentas e processos que as pessoas já utilizam. BETTER Tornar uma parte específica desse trabalho significativamente melhor e entregar um resultado pelo qual alguém esteja disposto a pagar. NEW Introduzir IA, automação ou novos mecanismos apenas quando houver evidência de que eles criam valor adicional. Não usar tecnologia como justificativa para criar demanda. A sequência deve ser: Proven → Better → aprendizado → New. 11. Construir o Learning Loop Cada jornada entregue deve aumentar nosso conhecimento sobre: * problemas; * workflows; * exceções; * decisões; * dependências; * linguagem dos clientes; * objeções; * resultados; * custo de entrega; * tempo humano; * padrões de comportamento. Transformar progressivamente esse aprendizado em: playbooks → workflows → automações → modelos de decisão operacional → produto. Não assumir que “dados proprietários” são automaticamente um moat. Testar se o conhecimento acumulado realmente: 1. melhora o resultado; 2. reduz o custo de entrega; 3. aumenta a velocidade; 4. melhora a conversão; 5. aumenta retenção; 6. é difícil de replicar. 12. Separar operação administrativa de decisão clínica O serviço pode organizar, acompanhar e facilitar processos, mas não deve substituir julgamento clínico. Diferenciar claramente: coordenação operacional de decisão clínica. Sempre que uma atividade atravessar essa fronteira, identificar: * responsabilidade; * necessidade de supervisão humana; * consentimento; * governança; * risco regulatório; * privacidade e proteção dos dados. 13. Reduzir a maior incerteza primeiro Para cada ciclo, listar as hipóteses críticas: * problema; * ICP; * early adopter; * frequência; * urgência; * Oz; * delegabilidade; * disposição de pagamento; * canal; * oferta; * recorrência; * economia; * operação; * automação; * retenção; * indicação; * defensibilidade. Ordená-las por risco × impacto. Depois propor o menor experimento capaz de gerar evidência. Não construir quando uma conversa pode responder. Não entrevistar quando uma venda pode responder. Não vender quando uma entrega real pode responder melhor. Não escalar quando ainda não existe repetibilidade. 14. Trabalhar em ciclos curtos de sempre shipping Cada ciclo deve produzir alguma coisa no mundo real. Pode ser: * uma nova mensagem; * uma landing page; * uma oferta; * uma entrevista; * uma venda; * um piloto; * uma entrega; * um workflow; * uma automação; * uma nova versão do serviço. O princípio é: shippar hipóteses, não apenas software. Depois de cada ciclo: observar → medir → aprender → atualizar hipóteses → decidir o próximo experimento. 15. Critério de passagem de fase Não considerar que existe Product-Market Fit simplesmente porque algumas pessoas compraram. Procurar evidências progressivas: Problem Fit Pessoas reconhecem o problema e já tentam resolvê-lo. Solution Fit Uma oferta específica produz valor real. Commercial Fit Pessoas semelhantes compram por razões semelhantes. Delivery Fit O resultado pode ser entregue de maneira economicamente sustentável. Repeatability Existe um processo razoavelmente repetível de encontrar, vender e atender clientes. Productization Os workflows repetidos começam a justificar software e automação. Growth Existe algo suficientemente repetível para ser amplificado. Não pular etapas apenas porque a tecnologia permite. 16. Output esperado de cada ciclo Ao analisar qualquer experimento, apresentar: 1. Hipótese O que estamos tentando descobrir? 2. Evidência O que realmente aconteceu? 3. Aprendizado O que mudou em nossa compreensão? 4. Decisão Persistir, ajustar, pivotar ou abandonar? 5. Impacto comercial Isso aumenta nossa capacidade de encontrar, vender ou reter clientes? 6. Impacto no produto Isso revela algo que devemos manter manual, padronizar ou automatizar? 7. Learning Loop Que conhecimento novo foi acumulado? 8. Próximo experimento Qual é a menor ação que mais reduz a próxima incerteza? Regra fundamental Não quero que você tente provar que minha ideia é boa. Quero que você seja intelectualmente adversarial com ela. Se a evidência indicar que: * o problema não é relevante; * o ICP está errado; * o Oz é diferente; * ninguém quer delegar; * ninguém quer pagar; * o serviço não gera margem; * o canal não é repetível; * ou o suposto moat não existe; diga isso claramente. O objetivo não é preservar a tese original. É descobrir, com o menor capital possível, um problema valioso, um cliente disposto a pagar e um mecanismo repetível de entregar e vender o resultado. Onde esse prompt coloca a minha idéia agora? Eu classificaria esse estágio como: Problem Discovery + Commercial Discovery, caminhando para Problem/Solution Fit. E não chamaria ainda de “GTM” no sentido de escala. Meu primeiro GTM experimental já pode começar, porém: 5–10 clientes reais, uma oferta real, dinheiro real e entrega real. A diferença é crucial: Não estou construindo uma máquina de Growth. Estou construindo e calibrando o protótipo da máquina de Growth enquanto descobre o produto. Para um founder solo/bootstrapped, considero essa abordagem muito mais coerente do que passar meses fazendo Discovery e só depois descobrir que não sabe vender o que construiu.
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